12 de fevereiro de 2008

Conferência Autonomia da Escola: A Experiência das Charter Schools



"Parece interessante o modo como funcionam as charter schools", um contributo de um Encarregado de Educação.

Lisboa, 15 de Fevereiro de 2008 - Fundação Calouste Gulbenkian - 9.30h

Inscrições pelo telefone 213 879 131 ou por e-mail: info@liberdade-educacao.org

18 de janeiro de 2008

Estatuto do Aluno dos Ensinos Básico e Secundário

Foi hoje publicado em Diário da República a primeira alteração à Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro, que aprova o Estatuto do Aluno dos Ensinos Básico e Secundário.
Consulte aqui o texto integral.

14 de janeiro de 2008

Nova Lei de Autonomia, Gestão e Administração Escolar

Apelamos ao Movimento Associativo de Pais a necessária mobilização em torno dos princípios até aqui defendidos para a Autonomia, Gestão e Administração das Escolas, pelo reforço da participação da comunidade local, nomeadamente através dos pais e autarquias.


"... nesta proposta de lei estamos preocupados em aumentar a participação dos pais ..." Secretário de Estado da Educação em entrevista ao JN. Destaque ao trabalho do Jornal de Notícias relativamente à nova proposta de lei do Governo com reacções de alguns sectores contra a participação dos pais nos órgãos de escola, nomeadamente o Conselho Pedagógico. Em vários momentos, o Movimento Associativo de Pais reafirmou a sua vontade de ver aumentada a sua participação na gestão e administração das escolas. Nos vários Encontros Nacionais e Assembleias e recentemente no Debate Nacional da Educação nas muitas iniciativas levadas a cabo por este movimento associativo, foi sempre claramente assumido o desejo de um papel mais interveniente dos pais e encarregados de educação nos processos educativos dos nossos filhos, de quem somos os principais responsáveis pela sua educação. É neste momento importante afirmar a nossa unidade em torno dos princípios que sempre defendemos, dentro dos quais destacamos neste momento a escola assumida pela comunidade comunidade educativa local.


Ler mais em no site da CONFAP

4 de dezembro de 2007

Festa de Natal do Agrupamento de Escolas do Concelho da Batalha a 16/12/2007


Somos pela presente, a convidar todos os Alunos, Professores, Pessoal Auxiliar, Pais e Encarregados de Educação dos Alunos para a FESTA DE NATAL DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO CONCELHO BATALHA, a realizar no próximo Domingo, dia 16 DE DEZEMBRO DE 2007, a partir das 15 HORAS, no PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO DA BATALHA, na Vila da Batalha.

Muito divertimento com o PALHAÇO CANTOR TARANTA, animação infantil com as figuras NODDY, URSA TERESA, CAPUCHINHO VERMELHO e outros ARTISTAS. Animação e apresentação de ANA SOFIA (Rádio Batalha). MUITAS PRENDAS DO PAI NATAL para todos os Alunos presentes.

NÃO FALTE, PARTICIPE NA GRANDE FESTA DE NATAL DE 2007 DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA BATALHA

COLABORAÇÃO: Câmara Municipal da Batalha, Rádio Batalha e Agrupamento de Escolas da Batalha
APOIOS: Junta de Freguesia da Batalha, ISERBATALHA, E.M., Intermarché Batalha e BrincaFestas

2 de novembro de 2007

Comunicado da CONFAP - Estatuto do Aluno


Inclusão na escola versus Estatuto do Aluno

A CONFAP defende que as questões relacionadas com a disciplina devem ser tratadas pela comunidade escolar, não se devendo confundir mecanismos de assiduidade com o aproveitamento dos alunos. A CONFAP defende uma maior cultura de cooperação entre a escola e a comunidade, e deseja, desde já, que tal conceito seja implementado no quadro da produção da presente lei.

Para o efeito, a CONFAP manifesta-se disponível na procura comum de soluções com o objectivo de contribuir para suprir lacunas e melhorar a referida proposta da Assembleia da República de alteração do Estatuto do Aluno, quer as que eduquem o aluno para a responsabilidade e a disciplina, quer as que potenciem o sucesso escolar. Nesse sentido, numa perspectiva de cooperação, vai pedir reuniões aos sindicatos de professores, à CNPCJR e aos partidos políticos com assento na Assembleia da República.

A CONFAP tem vindo a defender, como posição fundamental, que a indisciplina, o insucesso e o abandono escolar só podem ser combatidos pela inclusão de todos os alunos, através de práticas educativas adequadas – nunca através de normas autoritárias e repressivas.

Consideramos de absoluta necessidade a criação, nos agrupamentos de escolas, de gabinetes de apoio ao aluno e à família, constituídos por equipas multidisciplinares – integrando professores, psicólogos e assistentes sociais e contemplando ainda a figura do mediador social, tal como previsto e já em aplicação em Paredes por dinamização dos Empresários Para a Inclusão Social, cuja iniciativa, metodologia e generalização vivamente apoiamos.

No que respeita ao novo regime de faltas, temos em conta a generosidade da proposta no sentido de se criarem normas e critérios que impeçam o abandono escolar e permitam, outrossim, que os alunos nestas circunstâncias sejam seguidos mais de perto e proactivamente dissuadidos de abandonar. Os alunos não são mercadoria que se abandona à sua sorte, mas, antes, seres humanos, a quem se deve apoiar e encaminhar no sentido de construção de um projecto pessoal de vida – desde logo por serem cidadãos que somente na escola poderão obter o conhecimento que os fará autónomos, realizados e livres; pessoas por quem nunca é demais lutarmos pelo seu êxito escolar e consequente integração social, condição fundamental para a existência de uma sociedade democrática e de plena cidadania.

Consideramos, assim, coerentemente, que o novo regime de faltas que se propõe, assim como o sistema de provas de recuperação, pecam por estarem insuficientemente fundamentados, necessitando de uma maior análise e ponderação, designadamente através de contributos dados pelos parceiros da comunidade educativa.

Quanto às questões em torno da badalada violência nas escolas, consideramos estarmos perante uma campanha cujos fins ainda não são totalmente claros, mas que podem ser apenas consequência de algum alarmismo público. Há 1,5 milhões de alunos, em cerca de 10 mil escolas, e não consta que ocorram batalhas campais e tiroteios nas escolas portuguesas. Há, de facto, casos concretos de indisciplina e de situações de “bullying”, mas as situações mais problemáticos estão sinalizadas e a serem alvo de medidas concretas e positivas, cujas boas práticas têm vindo a ser divulgadas pela própria comunicação social. Reafirmamos que a disciplina só se alcança através de boas práticas educativas levadas a efeito na Escola.

Em vez de, levianamente, se estigmatizar a escola pública, de se levantar a mera hipótese de se criminalizar crianças, como nestes últimos dias se ouviu, deve-se procurar, com seriedade, pôr em prática a Educação para a Responsabilidade, porque a Disciplina é um conceito referido a Valores.

O Conselho Executivo da CONFAP
Lisboa, 30 de Outubro de 2007

Ranking das Escolas 2007 do Público

Consulte o ranking das Escolas 2007 do jornal «Público», clicando na imagem.





26 de outubro de 2007

Novo sistema de avaliação de desempenho de professores aprovado pelo Governo

O Conselho de Ministros aprovou o projecto de decreto regulamentar que define os mecanismos indispensáveis para a aplicação do novo sistema de avaliação de desempenho dos professores.
O novo regime de avaliação, mais exigente e com efeitos no desenvolvimento da carreira, tem como principal objectivo a melhoria dos resultados escolares dos alunos e da qualidade das aprendizagens, proporcionando condições para o desenvolvimento profissional dos docentes, tendo em vista o reconhecimento do mérito e da excelência.
De acordo com estes princípios, a avaliação de desempenho tem como referência os objectivos e as metas fixados no projecto educativo e no plano anual de actividades dos agrupamentos e das escolas, podendo ainda considerar os objectivos definidos no projecto curricular de turma.
São ponderados, igualmente, os indicadores de medida previamente estabelecidos pelas escolas, nomeadamente quanto ao progresso dos resultados escolares esperados para os alunos e à redução das taxas de abandono escolar, tendo em conta o contexto sócio-educativo.
Os objectivos individuais da avaliação de desempenho são fixados por acordo entre os avaliadores e professor avaliado, com base numa proposta por este apresentada, no início do período em avaliação.
O sistema de avaliação de desempenho abrange os professores em exercício efectivo de funções, incluindo os docentes em período probatório e os contratados, bem como aqueles que se encontram em regime de mobilidade em organismos da Administração Pública, que são avaliados nesses organismos segundo as funções que aí exercem.
A avaliação dos professores titulares que exercem as funções de coordenadores do conselho de docentes e de departamento curricular é igualmente regulamentada, clarificando-se que estes docentes também são avaliados pelo exercício da actividade lectiva.
A avaliação realiza-se no final de cada período de dois anos escolares e reporta-se ao tempo de serviço prestado nesse período. Para tal, é necessário que os professores tenham prestado serviço docente efectivo durante, pelo menos, um ano escolar, independentemente do estabelecimento de ensino onde exerceram funções. Este tempo pode ser inferior no caso dos docentes contratados, realizando-se a avaliação no termo do contrato.
Os avaliadores, no âmbito deste processo, são os coordenadores dos departamentos curriculares e os presidentes dos conselhos executivos ou os directores. A prática lectiva dos coordenadores dos departamentos curriculares é avaliada por inspectores em termos a regulamentar.
A comissão de coordenação da avaliação de desempenho, a quem cabe validar as classificações de Excelente, de Muito Bom e de Insuficiente, é integrada pelos presidentes do conselho pedagógico, que assumem a coordenação, e por quatro outros membros do mesmo conselho com a categoria de professores titulares.

20 de outubro de 2007

Associação de Pais apresenta relatório e contas referentes a 2006/2007

Relatório de Actividades de 2006/2007

Nos termos habituais e face às especiais obrigações dos órgãos sociais da Associação de prestar contas perante os Pais e Encarregados de Educação, cumpre-nos informar que no mandato de 2006/2007, entre outras, foi possível realizar as seguintes actividades:

1. Conselho Pedagógico / Conselho Executivo:

- Posição sobre o possível constituição de novo agrupamento de Escolas na Batalha
- Acompanhamento nos processos de avaliação da qualidade das aprendizagens
- Apresentação de propostas para a melhoria das condições de segurança na Escola
- Sugestões para o plano de actividades do Agrupamento e para o plano curricular
- Posição sobre a constituição de turmas e relativa ao encerramento de escolas
- Apoio a projectos do Agrupamento, realizados no âmbito do dia mundial da criança
- Apoio à festa de encerramento do ano lectivo
- Participação na Assembleia de Escola e demais iniciativas do Agrupamento

2. Projectos da Associação de Pais:

- Realizamos com sucesso a Festa de Natal para as crianças
- Editamos o boletim informativo, como instrumento de divulgação da Escola
- Colaboramos com a Câmara na realização da Feira dos ATL’s.
- Colaboramos com a FERLEI na realização de inquéritos aos Pais e demais acções
- Participamos nas acções do Município e nas reuniões do Conselho de Educação
- Realizamos Assembleias Gerais de Pais e Encarregados de Educação

Numa palavra, procuramos dignificar o Agrupamento, incrementar o papel dos Pais e Encarregados de Educação na Escola e sobretudo procuramos melhorar as condições de educação dos nossos filhos.

3. Contas Ano Lectivo 2006/2007:


A DIRECÇÃO DA APEEAECB