27 de fevereiro de 2008

Feira do Livro do Agrupamento de 3 a 6 de Março


O Agrupamento de Escolas da Batalha promove uma Feira do Livro integrada na Semana de Leitura, de 3 a 6 de Março, com o objectivo de criar na escola um ambiente particularmente festivo à volta dos livros que reforce a adesão dos alunos e o desejo de ler mais.Esta iniciativa decorrerá na Biblioteca através da exposição/venda de livros, podendo, toda a comunidade educativa, beneficiar de um desconto de 15% na aquisição de qualquer obra.

O escritor Rui Matos também estará presente em duas sessões especialmente dedicadas aos alunos do 5º e 6ºanos.

O convite especialmente dirigido à presença dos pais e encarregados de educação é para participarem nesta iniciativa na terça-feira, dia 4 de Março, entre as 16h45 e as 19h30.

A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas da Batalha apela à participação de toda a comunidade educativa nesta relevante iniciativa que, entre outros objectivos, pretende valorizar o esforço de promoção da leitura aos olhos de crianças e adultos e para criar um elemento de agradável novidade na vida da escola.

Na próxima terça-feira, dia 4 de Março, a partir das 16h45, não se esqueça de participar na Feira do Livro e já agora dê o seu contributo e adquira algumas das obras disponíveis.

12 de fevereiro de 2008

Governo vai alargar ao 2º ciclo modelo de escola a tempo inteiro

in Lusa, 12 de Fevereiro de 2008

O Governo vai alargar ao segundo ciclo o conceito de 'escola a tempo inteiro' que introduziu na antiga primária, reorganizando o horário e o currículo, nomeadamente através da concentração de disciplinas, anunciou à Lusa a ministra da Educação.
Em entrevista à agência Lusa, Maria de Lurdes Rodrigues explicou que o modelo será muito semelhante ao do primeiro ciclo, sendo remetidas para 'o final do dia' as actividades de enriquecimento curricular ligadas às expressões e ao estudo acompanhado, de forma a 'concentrar na parte lectiva o essencial das actividades associadas à aquisição de competências básicas'.
'O Português e a Matemática podem sair reforçados nesta outra forma de organização de actividade docente e da actividade dos alunos, nomeadamente em termos de carga horária', afirmou, adiantando que haverá igualmente um reforço do Estudo Acompanhado.No âmbito da revisão do currículo do segundo ciclo, que estará concluída até Março, o Ministério da Educação quer ainda concentrar algumas disciplinas para reduzir o número de docentes a leccionar em cada turma.
A ministra explicou que as escolas nunca puseram em prática um mecanismo que permitia que um só professor leccionasse um conjunto de disciplinas à mesma turma, como Matemática e Ciências ou Língua Portuguesa e Inglês, por exemplo, apesar de o currículo prever essa possibilidade.
'Na prática, o que acontece é que cada um dos espacinhos é preenchido por um professor e é isso que dá lugar à situação de os alunos do segundo ciclo conhecerem, por exemplo, 16 professores', criticou Maria de Lurdes Rodrigues.
'Se quisermos reduzir o número de professores vamos ter de arranjar outros mecanismos. É necessário estimular as escolas para que façam uma concentração das áreas disciplinares para que os alunos possam ter uma visão mais integrada do conjunto das disciplinas que têm', acrescentou.
Além da concentração de áreas disciplinares, o Governo vai reorganizar o horário dos alunos do 5º e 6º anos, preparando-se para pôr em prática um modelo semelhante ao que já introduziu no primeiro ciclo. Há dois anos, o Ministério da Educação tornou obrigatório o prolongamento do horário das escolas da antiga primária até às 17:30, estipulando que as actividades como Música, Desporto, Expressões ou Inglês fossem dadas apenas na parte da tarde, fora do currículo das crianças.
'Temos intenção de alargar o conceito de escola a tempo inteiro ao 2º ciclo (...) Em algumas escolas sobrelotadas não é possível acabar já com o regime de desdobramento (turmas de manhã e outras de tarde), mas é para isso que se deve caminhar, como se caminhou no primeiro ciclo', anunciou.Segundo a ministra, trata-se de 'dar às escolas a possibilidade de oferecerem aos alunos um conjunto de actividades extracurriculares com condições'.
'Dar condições para que a formação musical possa ser estendida, para que as visitas aos museus e aos espaços de património possam ser organizadas de modo diferente, para que o desporto escolar possa ser alargado às turmas do segundo ciclo', exemplificou.O modelo será gerido pelos próprios estabelecimentos de ensino, ao contrário do que sucede na antiga primária, onde são maioritariamente as autarquias e associações de pais a assegurar as actividades de enriquecimento curricular.
Numa entrevista exclusiva à Lusa, Maria de Lurdes Rodrigues considerou ainda ser necessário 'alargar a componente de apoio à família às crianças do segundo ciclo, que são ainda muito pequenas', uma vez que muitas famílias 'têm ainda dificuldades com a ocupação dos tempos livres' dos filhos de 10 e 11 anos.
Nesse sentido, a responsável afirmou que o Executivo socialista vai continuar a apoiar financeiramente as instituições de solidariedade social e Misericórdias que queiram reorientar o serviço dos seus centros de actividades de tempos livres (ATL) para assegurar a ocupação dos alunos antes e depois das aulas começarem.
A ministra desvalorizou o alerta feito por estas instituições, que afirmam não ter capacidade para garantir esse serviço com a diminuição de financiamento instituída pelo Governo, considerando que se as IPSS e Misericórdias 'não estiverem disponíveis, haverá seguramente outras instituições que o prestarão', como associações de pais e municípios.
'O modelo de financiamento é muito, muito atractivo, pelo que não vejo nenhuma razão para essas instituições descontinuarem o serviço que prestam. Não é do lado do Governo que há ruptura. O Governo apoiou e continuará a apoiar todas as instituições que estejam disponíveis para o esforço de apoio às famílias', afirmou.

Conferência Autonomia da Escola: A Experiência das Charter Schools



"Parece interessante o modo como funcionam as charter schools", um contributo de um Encarregado de Educação.

Lisboa, 15 de Fevereiro de 2008 - Fundação Calouste Gulbenkian - 9.30h

Inscrições pelo telefone 213 879 131 ou por e-mail: info@liberdade-educacao.org

18 de janeiro de 2008

Estatuto do Aluno dos Ensinos Básico e Secundário

Foi hoje publicado em Diário da República a primeira alteração à Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro, que aprova o Estatuto do Aluno dos Ensinos Básico e Secundário.
Consulte aqui o texto integral.

14 de janeiro de 2008

Nova Lei de Autonomia, Gestão e Administração Escolar

Apelamos ao Movimento Associativo de Pais a necessária mobilização em torno dos princípios até aqui defendidos para a Autonomia, Gestão e Administração das Escolas, pelo reforço da participação da comunidade local, nomeadamente através dos pais e autarquias.


"... nesta proposta de lei estamos preocupados em aumentar a participação dos pais ..." Secretário de Estado da Educação em entrevista ao JN. Destaque ao trabalho do Jornal de Notícias relativamente à nova proposta de lei do Governo com reacções de alguns sectores contra a participação dos pais nos órgãos de escola, nomeadamente o Conselho Pedagógico. Em vários momentos, o Movimento Associativo de Pais reafirmou a sua vontade de ver aumentada a sua participação na gestão e administração das escolas. Nos vários Encontros Nacionais e Assembleias e recentemente no Debate Nacional da Educação nas muitas iniciativas levadas a cabo por este movimento associativo, foi sempre claramente assumido o desejo de um papel mais interveniente dos pais e encarregados de educação nos processos educativos dos nossos filhos, de quem somos os principais responsáveis pela sua educação. É neste momento importante afirmar a nossa unidade em torno dos princípios que sempre defendemos, dentro dos quais destacamos neste momento a escola assumida pela comunidade comunidade educativa local.


Ler mais em no site da CONFAP

4 de dezembro de 2007

Festa de Natal do Agrupamento de Escolas do Concelho da Batalha a 16/12/2007


Somos pela presente, a convidar todos os Alunos, Professores, Pessoal Auxiliar, Pais e Encarregados de Educação dos Alunos para a FESTA DE NATAL DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO CONCELHO BATALHA, a realizar no próximo Domingo, dia 16 DE DEZEMBRO DE 2007, a partir das 15 HORAS, no PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO DA BATALHA, na Vila da Batalha.

Muito divertimento com o PALHAÇO CANTOR TARANTA, animação infantil com as figuras NODDY, URSA TERESA, CAPUCHINHO VERMELHO e outros ARTISTAS. Animação e apresentação de ANA SOFIA (Rádio Batalha). MUITAS PRENDAS DO PAI NATAL para todos os Alunos presentes.

NÃO FALTE, PARTICIPE NA GRANDE FESTA DE NATAL DE 2007 DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA BATALHA

COLABORAÇÃO: Câmara Municipal da Batalha, Rádio Batalha e Agrupamento de Escolas da Batalha
APOIOS: Junta de Freguesia da Batalha, ISERBATALHA, E.M., Intermarché Batalha e BrincaFestas

2 de novembro de 2007

Comunicado da CONFAP - Estatuto do Aluno


Inclusão na escola versus Estatuto do Aluno

A CONFAP defende que as questões relacionadas com a disciplina devem ser tratadas pela comunidade escolar, não se devendo confundir mecanismos de assiduidade com o aproveitamento dos alunos. A CONFAP defende uma maior cultura de cooperação entre a escola e a comunidade, e deseja, desde já, que tal conceito seja implementado no quadro da produção da presente lei.

Para o efeito, a CONFAP manifesta-se disponível na procura comum de soluções com o objectivo de contribuir para suprir lacunas e melhorar a referida proposta da Assembleia da República de alteração do Estatuto do Aluno, quer as que eduquem o aluno para a responsabilidade e a disciplina, quer as que potenciem o sucesso escolar. Nesse sentido, numa perspectiva de cooperação, vai pedir reuniões aos sindicatos de professores, à CNPCJR e aos partidos políticos com assento na Assembleia da República.

A CONFAP tem vindo a defender, como posição fundamental, que a indisciplina, o insucesso e o abandono escolar só podem ser combatidos pela inclusão de todos os alunos, através de práticas educativas adequadas – nunca através de normas autoritárias e repressivas.

Consideramos de absoluta necessidade a criação, nos agrupamentos de escolas, de gabinetes de apoio ao aluno e à família, constituídos por equipas multidisciplinares – integrando professores, psicólogos e assistentes sociais e contemplando ainda a figura do mediador social, tal como previsto e já em aplicação em Paredes por dinamização dos Empresários Para a Inclusão Social, cuja iniciativa, metodologia e generalização vivamente apoiamos.

No que respeita ao novo regime de faltas, temos em conta a generosidade da proposta no sentido de se criarem normas e critérios que impeçam o abandono escolar e permitam, outrossim, que os alunos nestas circunstâncias sejam seguidos mais de perto e proactivamente dissuadidos de abandonar. Os alunos não são mercadoria que se abandona à sua sorte, mas, antes, seres humanos, a quem se deve apoiar e encaminhar no sentido de construção de um projecto pessoal de vida – desde logo por serem cidadãos que somente na escola poderão obter o conhecimento que os fará autónomos, realizados e livres; pessoas por quem nunca é demais lutarmos pelo seu êxito escolar e consequente integração social, condição fundamental para a existência de uma sociedade democrática e de plena cidadania.

Consideramos, assim, coerentemente, que o novo regime de faltas que se propõe, assim como o sistema de provas de recuperação, pecam por estarem insuficientemente fundamentados, necessitando de uma maior análise e ponderação, designadamente através de contributos dados pelos parceiros da comunidade educativa.

Quanto às questões em torno da badalada violência nas escolas, consideramos estarmos perante uma campanha cujos fins ainda não são totalmente claros, mas que podem ser apenas consequência de algum alarmismo público. Há 1,5 milhões de alunos, em cerca de 10 mil escolas, e não consta que ocorram batalhas campais e tiroteios nas escolas portuguesas. Há, de facto, casos concretos de indisciplina e de situações de “bullying”, mas as situações mais problemáticos estão sinalizadas e a serem alvo de medidas concretas e positivas, cujas boas práticas têm vindo a ser divulgadas pela própria comunicação social. Reafirmamos que a disciplina só se alcança através de boas práticas educativas levadas a efeito na Escola.

Em vez de, levianamente, se estigmatizar a escola pública, de se levantar a mera hipótese de se criminalizar crianças, como nestes últimos dias se ouviu, deve-se procurar, com seriedade, pôr em prática a Educação para a Responsabilidade, porque a Disciplina é um conceito referido a Valores.

O Conselho Executivo da CONFAP
Lisboa, 30 de Outubro de 2007

Ranking das Escolas 2007 do Público

Consulte o ranking das Escolas 2007 do jornal «Público», clicando na imagem.