11 de junho de 2011

A VOZ DOS PAIS

No âmbito da iniciativa levada a efeito por esta Associação, integrada no projecto a Voz dos Pais, que começou a 04 de Fevereiro e que pretendia terminar com uma reunião alargada na sede do Agrupamento de Escolas da Batalha,  em jeito de balanço do que mais importante aconteceu no presente ano lectivo, tal não vai ser possível efectuar, considerando que neste momento está em fase final o processo de escolha do novo director do Agrupamento de Escolas da Batalha.
A reunião inicialmente prevista para o dia 03 de Junho e adiada para dia 17 seguinte, considerando o acto que eleitoral que entretanto teve lugar, assim como o concurso para a eleição do novo director e que acontecerá previsivelmente no dia 20 de Junho, de acordo com a reunião já agendada pelo Conselho Geral Transitório, remetem-nos para a necessidade de adiarmos a nossa reunião para uma próxima oportunidade, sem prejuízo da Direcção da A. Pais estar a desenvolver algumas iniciativas internas, que teremos oportunidade de dar a conhecer aos nossos membros, assim que entendermos oportuno.
Contudo, para já podemos dizer que o balanço das reuniões efectuadas nas escolas de Casais dos Ledos, Rebolaria, S Mamede e Faniqueira, inseridas no Projecto a Voz dos Pais, foi extremamente positivo, não só pela participação da generalidade dos pais interessados e alguns docentes, como pela presença de representantes do Município do Batalha e Agrupamento de Escolas, presenças que correspondem à preocupação enquanto responsáveis pelo futuro do nossos filhos  no seio do conturbado momento educativo a que todos assistimos.
Fiquem atentos ao nosso Blogue, através do qual iremos dentro em breve trazer mais novidades a este respeito.

Nota:  Aos que ainda não estão registados na nossa base de dados via email, associados ou não, agradecemos que manifestem interesse em receber informação por aquela via, solicitando-nos através dos nosso contactos.

29 de maio de 2011

BULLYING | CIBERBULLYING





Vídeo de rapariga de 13 anos a ser agredida por duas adolescentes de 15 e 16 anos voltou a abrir feridas. Como enfrentar o bullying? Como reagir a tanta violência? Como explicar a passividade de quem observa? Como encarar o problema? Todos os intervenientes foram identificados e os pais da menor
já apresentaram queixa. 

 Sara R. Oliveira | 2011-05-27
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Pode ser um problema multiplicado tantas vezes quantas o meio permitir. Emails insultuosos. SMS difamatórios. São exemplos de agressões que praticadas de forma repetida podem ser consideradas atos de cyberbullying e estar a vitimizar qualquer jovem e criança.

Andreia Lobo | 2011-05-23

15 de maio de 2011

“Impuseram, à bruta, um sistema de classificação inqualificável”



Sara R. Oliveira | 2011-05-11
   
O professor Santana Castilho critica, sem rodeios, o estado da Educação no seu novo livro. A obra é lançada amanhã e, entre muitos assuntos, aborda a perda de autoridade dos professores e revela que 27% dos pacientes dos psiquiatras são docentes.

Santana Castilho, professor de Organização e Gestão do Ensino, vai direto ao assunto. Na sua opinião, a sociedade tem vindo, gradualmente, "a perder a noção que o sistema de educação serve pessoas". As suas ideias são apresentadas no livro O Ensino Passado a Limpo - Um sistema de ensino para Portugal e para os portugueses, editado pela Porto Editora e lançado amanhã. Uma crítica dura ao estado da educação no nosso país.

"Os professores perderam o poder porque se endeusaram políticas de falsa promoção de sucesso escolar, afogando-os em burocracias sem sentido, impeditivas do cumprimento da sua missão nobre: ensinar", refere nesta entrevista, sustentando que há uma crise de autoridade na escola.

O facilitismo e a indisciplina são, na sua perspetiva, os grandes problemas do Ministério da Educação. Aponta o dedo ao fabrico de resultados estatísticos imediatos, garante que tudo falhará se se continuar a reformar por decreto e defende a autonomia das escolas e a extinção das direções regionais de educação. "A vida dos docentes está submersa por papéis, processos, reuniões e práticas administrativas sem sentido, inúteis, ineficazes e doentiamente kafkianas", avisa no seu livro. E mais: os professores portugueses trabalham, em média, mais 83 horas por ano do que os colegas da OCDE.

"A síntese do que me preocupa é o próprio livro. Mas, se quiser uma síntese da síntese, dir-lhe-ei: temos, gradualmente, vindo a perder a noção que o sistema de educação serve pessoas."


26 de abril de 2011

CENTRO ESCOLAR DA BATALHA ABRIU AS PORTAS HOJE

O novo Centro Escolar da Batalha abriu as portas hoje pelas 08 horas a cerca de 60 crianças que compõem as 3 salas do pré-escolar da Batalha.
Esta opção do Município da Batalha, depois de ouvida a comunidade educativa e em que a Associação de Pais teve a oportunidade de visitar as instalações em Março último, prendeu-se com a necessidade de preencher aquele espaço de forma faseada, para poderem ser corrigidas questões de pormenor.
Para o próximo ano lectivo irá acolher cerca de 270 crianças do Pré-escolar ao 1º Ciclo do Ensino Básico, cujo preenchimento das restantes salas ainda está em avaliação de prioridades. 
O edifício é composto por seis de aula do Pré-escolar, cinco salas do 1º CEB, um polivalente, um refeitório, uma biblioteca, uma sala dos professores, uma cozinha e quinze casas do banho, e espaços lúdicos exteriores.  Para já, apesar de estar dotado de uma cozinha para o efeito, as refeições continuarão a ser fornecidas externamente como até aqui tem acontecido.
Da visita efectuada, tivemos a oportunidade de constatar as excelentes condições,  em termos de edifício e funcionalidade dos diversos espaços, em que a segurança não foi descurada, dotando o Centro Escolar da Batalha com condições de um nível superior ao exigido para esta tipologia de investimentos.
A obra foi orçamentada em cerca de 1,7 milhões de euros, foi financiada a 70 por cento por verbas comunitárias.

10 de abril de 2011

Educação sexual embaraça pais e professores

Pais e professores ficam embaraçados na hora de falar de sexo
9 de Abril, 2011
A escolha da linguagem mais adequada à educação sexual dos jovens é uma «angústia permanente» que embaraça pais e professores, foi hoje realçado em Coimbra num seminário sobre a matéria. «A questão da linguagem a adoptar, por exemplo o nome dos órgãos genitais, é uma angústia permanente dos pais», disse Sónia Araújo, uma técnica da Associação para o Planeamento da Família (APF) que participou nos trabalhos.
Também o director executivo da APF, Duarte Vilar, defendeu que «a questão da linguagem é um problema fundamental, não só para os pais, mas também para os professores».
«A educação sexual lá em casa» foi o tema do seminário, uma iniciativa conjunta da APF e da Confederação Nacional de Associações de Pais (CONFAP), que decorreu no auditório do Conservatório de Música de Coimbra.

19 de março de 2011

Geração à Rasca - A Nossa Culpa

Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

16 de março de 2011

Câmaras ‘rasgam’ acordos da Educação

Autarquias: Transferência de competências em risco  

O vice-presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), Fernando Campos, garantiu ontem na Assembleia da República que muitas autarquias preparam-se para ‘rasgar’ os contratos de transferência de competências assinados com o Ministério da Educação, por não suportarem os custos.

Rede escolar. Novos agrupamentos ficam decididos até Maio

        Ensino público
            por Kátia Catulo , Publicado em 16 de Março de 2011  

Escolas aguardam por propostas a todo o momento. Directores criticam o prazo de dez dias para contestar a decisão. Atrasos serão entendidos como acordos tácitos

Entre finais de Abril e meados de Maio, o mapa dos novos agrupamentos de escolas terá de estar definido. "Foi essa a informação mais recente que o Ministério da Educação transmitiu ao Conselho de Escolas", diz Manuel Pereira, membro deste órgão consultivo e presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares. Por enquanto, é só isso que os directores sabem, a não ser que, nas próximas semanas, sejam surpreendidos por uma proposta da Direcção Regional de Educação (DRE) para reagrupar a sua escola com outros estabelecimentos de ensino.

A regra para o próximo ano lectivo permite que tanto as escolas e os agrupamentos como as direcções regionais de educação possam apresentar uma proposta de fusão. Foi isso que ficou definido no despacho publicado sexta-feira em Diário da República mas, no caso de serem as DRE a tomar a iniciativa, as escolas só têm dez dias para contestar essa decisão. Silêncios ou atrasos na resposta serão entendidos pela tutela como acordos implícitos.

Dez dias úteis é um prazo "muito curto", criticam as associações de directores, uma vez que, antes de emitir um parecer, as escolas têm de convocar uma reunião do conselho geral - órgão deliberativo de cada estabelecimento de ensino onde estão representados professores, pais, autarquia e outras entidades públicas ou privadas da comunidade educativa.

Só que enquanto uns defendem que o melhor é antecipar o próximo passo do governo, outros estão convencidos de que não vale a pena fazer nada enquanto não existirem propostas concretas em cima da mesa. "As escolas vão ter de estar preparadas e com o trabalho de casa já feito antes de serem confrontadas com os reagrupamentos", defende Adalmiro da Fonseca, presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas.

Prevenir, contudo, não é a melhor estratégia para Manuel Pereira, da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, que não vê outro caminho para as escolas senão "trabalhar de forma reactiva", uma vez que é "impossível" estar preparado perante a "ausência ou a instabilidade" de programas a "médio e longo prazo".

Essa é, aliás, a posição que Manuel Esperança, do Conselho das Escolas (CE), também defende: "Embora perceba o receio dos directores, pessoalmente não vejo qualquer vantagem em trabalhar sobre cenários hipotéticos, que podem nunca vir a acontecer." Até porque, avisa o representante do CE, as regras para este ano são diferentes e vão permitir à tutela "desagregar" os agrupamentos já existentes para darem lugar a outras unidades de gestão: "É algo que será possível com a recente legislação e que poderá ser uma resposta para os casos dos municípios que já têm estabelecimentos de ensino sobrelotados e que não poderiam juntar--se às escolas vizinhas, sob pena de ganharem uma dimensão incomportável."

Liberdade para "desfazer e refazer" é, segundo Manuel Esperança, mais uma competência que o governo ganhou com o despacho assinado pelo secretário de Estado da Educação, João Trocado da Mata. Seja qual for a proposta a ser apresentada pelas direcções regionais de educação, a única certeza é que as fusões de escolas ou agrupamentos que avançam em Setembro têm de estar decididas nos próximos dois meses.

Tudo o resto é uma incógnita, lamenta Manuel Esperança: "A nossa recomendação à tutela foi no sentido de serem definidos critérios uniformes para todos os casos, a fim de evitar desconfianças ou tratamentos desiguais, mas nada disso foi acautelado", critica o representante do Conselho das Escolas. E, portanto, os directores das escolas "não sabem nem conseguem antever o que aí vem", remata.

8 de março de 2011

Condições de funcionamento do estudo acompanhado publicadas em Diário da República

O Ministério da Educação (ME) divulga em decreto-lei, publicado hoje no Diário da República, as condições de funcionamento do estudo acompanhado para os alunos com "efectivas necessidades de apoio", principalmente nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.

O estudo acompanhado é obrigatório sempre que os resultados de Língua Portuguesa e de Matemática o justifiquem
O estudo acompanhado é obrigatório sempre que os resultados de Língua Portuguesa e de Matemática o justifiquem (Foto: Adriano Miranda/arquivo)
  
  
“O estudo acompanhado é frequentado pelos alunos que revelem dificuldades de aprendizagem e é obrigatório sempre que os resultados escolares nas disciplinas de Língua Portuguesa e de Matemática o justifiquem, bem como para os alunos que sigam planos de recuperação ou planos individuais de trabalho”, refere o diploma, que entra em vigor a 1 de Setembro.

A portaria hoje publicada em Diário da República decorre de um diploma que já não existe legalmente, uma vez que a cessação da sua vigência foi aprovada na semana passada pelo Parlamento. Isto significa que esta portaria também não terá seguimento.

Este decreto-lei (n.º 18/2011 de 2 de Fevereiro) vem alterar o decreto-lei n.º 6/2001, de 18 de Janeiro, relativamente aos princípios orientadores da organização e da gestão curricular do ensino básico, conferindo uma “nova ênfase ao estudo acompanhado no objectivo da promoção da autonomia da aprendizagem e melhoria dos resultados escolares”. “Na verdade, sem descurar todas as outras disciplinas do currículo, [o ME] estabeleceu uma estratégia de reforço ao apoio nas disciplinas de Língua Portuguesa e de Matemática e procurou centrar-se nos alunos com efectivas necessidades de aprendizagem”, lê-se no diploma.

Desta forma, os alunos que revelem dificuldades de aprendizagem associadas a insuficiências de métodos de organização do trabalho e de estudo têm a orientação e o apoio que lhes permitam superar essas dificuldades e adoptar as metodologias de estudo que favoreçam a autonomia na realização das aprendizagens e o consequente sucesso escolar. Os alunos a frequentar o estudo acompanhado são indicados pelo professor titular de turma no 1.º ciclo do ensino básico ou pelo conselho de turma nos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico.

3 de março de 2011

Ministra afirma que encerramento de escolas vai continuar...


Ministra afirma que encerramento de escolas vai continuar
Lusa / EDUCARE | 2011-03-14
A ministra da Educação afirmou no sábado, em Monção, que o encerramento
de escolas "vai continuar", ao abrigo do "aprofundamento da racionalização
da rede escolar" previsto no Plano de Estabilização e Contenção (PEC)
2012/2013 anunciado sexta-feira.