8 de fevereiro de 2017

IX ª edição do Concurso O Fio da Memória o Conto

Foto de Município da Batalha.
Decorre de 01 de fevereiro a 14 de abril mais uma edição do concurso literário "O Fio da Memória - O Conto".

A iniciativa visa estimular junto dos jovens o gosto pela leitura e pela escrita, premiando também trabalhos de ilustração, associados ao género literário do conto.

Consulte o Regulamento e Ficha de inscrição no endereço: http://www.cm-batalha.pt/source/docs/documentos_ix_fiodamemoria.pdf

A (NÃO) REUTILIZAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES



Neste inicio de ano está na ordem do dia novamente a problemática de reutilização dos manuais escolares, um tema recorrente e que tem suscitado alguma polémica com argumentos parte a parte das barricadas.

A questão da reutilização dos manuais escolares é uma questão que transcende os apoios no âmbito da acção social, é uma questão antes de mais de cidadania, de responsabilidade daquilo que é a utilização de dinheiros públicos, sim, porque os custos ainda que suportados pelas famílias, num contexto de crise económica que atravessamos, é suportado pelo erário público, logo somos todos a contribuir para que este estado de graça se perpetue, em nome de uma necessidade inexistente, actualização dos manuais para além do que está estipulado legalmente, assim como está prevista a reutilização desde 2006, com alterações não substantivas que o justifiquem. Mais, a coberto destas actualizações deita-se para o lixo, literalmente, quantidades de manuais que poderiam não sendo reutilizados, ter outro destino, de quem precisa de aprender e não possui forma de os obter. Falo dos PALOP’s, onde a língua portuguesa deveria ser objecto de um maior cuidado na sua defesa, em detrimento de outros países, sob pena de perda da nossa identidade no seio da CPLP, porque é disso que se trata.

Não venham com a cantilena de que a reutilização se destina unicamente aos beneficiários da acção social, é perniciosa para os demais, fomenta a não aprendizagem, entre uma série de alarvidades argumentativas, inclusive jurídicas, porque para além da componente económica, pedagógica e ambiental, é uma questão de bom senso e se outros países com maior capacidade económica o fazem, porque não enveredaremos por esse caminho?
Em Portugal há muita gente que o faz, reutiliza no seu núcleo familiar, mas porque raio não serão os Municípios e os Agrupamentos de Escolas a fazê-lo, criando e fomentando a constituição de bancos de livros passiveis de serem reutilizados, envolvendo as Associações de Estudantes, responsabilizando e criando hábitos de poupança para o erário público, porque só assim se transmitem valores elementares de que, onde se gastará a mais sobrará a menos para o que será essencial. Porque não o fomento de uma bolsa de voluntários no seio da A. Estudantes, para que esta dinâmica de participação possa acontecer, ou mesmo criando a figura de apadrinhamento de alunos com maiores dificuldades, premiando-os à margem dos méritos escolares e ranking assoberbados, porque também estamos a falar de civilidade, de solidariedade, num tempo que deixamos todos de ter vizinhos, reais, passando-os a virtuais.
Há, reconheça-se, muitos interesses instalados que obstam à reutilização, incluindo de um constitucionalista reputado e encomendado, mas os argumentos esfarrapados já não colhem, o acesso à informação tem destas coisas, promove o esclarecimento, como recentemente as reportagens da TV's o fizeram, a evidência das imagens não nos confunde, os argumentos analisam-se quanto à origem de quem os profere, por isso urge que o Ministério da Educação legisle em prol da poupança que é necessária fazer, instituindo manuais passíveis de serem reutilizados, porque a reafectação de dinheiros públicos em prol de causas essenciais, em beneficio dos que mais precisam poderá  ser muito mais importante dos que os argumentos falaciosos utilizados, porque na generalidade dos países na Europa essa prática está instituída, onde o sentimento de partilha e do saber se fazem sentir a par de uma maior responsabilização de quem recebe e depois tem a obrigação  de o devolver, sem que a reutilização seja tida como associada à pobreza, isso sim, o arauto da discriminação.


A. PAIS da BATALHA, in Jornal o Alfabeto / AEB

15 de janeiro de 2017

MENSAGEM DA DIRECÇÃO DA A.PAIS



A NOSSA MISSÃO

«Contribuir de forma positiva e activa, para o desenvolvimento de estratégias que melhorem as condições de todos os educandos, representar os interesses destes, através do Pais e encarregados de educação, em todas as matérias que digam respeito à Escola, num espírito de cooperação com os seus órgãos de gestão» A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas da Batalha, pretende ser o interlocutor entre os Pais e Encarregados de Educação, ou até os alunos, e todo e qualquer indivíduo ou entidade que esteja directa ou indirectamente ligado à escola. Temos tradição de boas práticas, pois entendemos que a cooperação com toda a comunidade educativa é fundamental para que a Escola seja o local onde os nossos filhos gostem de aprender e brincar. Será com serenidade, bom senso e colaboração que iremos marcar as nossas posições, as nossas opiniões e as nossas reflexões contribuindo para uma Escola mais digna, mais dialogante, mais aberta.

QUE FIZEMOS… 

No ano lectivo findo a Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas da Batalha, participou, enquanto parceira em diversas actividades promovidas pelo Município da Batalha, e pelo Agrupamento de Escolas da Batalha, bem como por iniciativa própria, designadamente, • Participação no Sarau Desportivo; • Ofertas de T-shirts aos 65 alunos do 1º ciclo, no âmbito dos Prémios de Mérito; • Organização da Festa de Natal do Agrupamento de Escolas em parceria com o Município e o Agrupamento de Escolas; • Tertúlia Literária com a presença da Drª Maria de Lurdes Monteiro, para a promoção do sucesso escolar, que envolvia a divulgação do livro da oradora/autora com o título “Subir as notas mas como?” realizada no dia 27 de Novembro de 2015; • Participação no jornal “Alfabeto”; • Participação no Festival das Sopas, organizado pela Junta de Freguesia da Batalha; • Parceria com o Município no colóquio “Jovens em conflito com a Lei – Que colo?”, que teve como orador o Dr. Paulo Guerra; • Organização em parceria com o Município da Batalha e o Agrupamento de Escolas da Batalha do Colóquio subordinado ao tema “A Escola, a Família e a Comunidade”, realizado no dia 27 de maio de 2016, que teve como orador o DR. Álvaro Laborinho Lúcio.

AMBIÇÕES PARA 2016/2017!

Apelar e motivar a uma maior participação dos pais e encarregados de educação nas actividades da Associação Ampliar as vias de comunicação entre a APAIS e os pais e encarregados de educação, por forma a esclarecer dúvidas, encaminhar questões e eventual resolução de problemas; • Reformulação da base de dados da APAIS, com a inclusão dos novos associados; • Promover a associação junto dos pais e encarregados de educação cujos educandos iniciaram o seu percurso escolar; • Cooperar activamente com os diversos intervenientes da comunidade escolar; • Intervir proactivamente nos diversos órgãos onde temos assento; • Colaborar activamente nas diversas actividades promovidas quer pela Câmara Municipal da Batalha, quer pelo Agrupamento de Escolas, sempre que solicitado;
A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas da Batalha, é composta por pais e encarregados de educação dos diversos ciclos de ensino e secundário, e das diversas freguesias que compõem o Concelho da Batalha. A APAIS necessita da participação cívica de todos os pais e encarregados de educação, para se constituir como espaço privilegiado do desenvolvimento de competências de cidadania, solidariedade e defesa dos interesses dos alunos, e dos pais e encarregados de educação do Agrupamento de Escolas da Batalha. Esteja atento à APAIS, seja um sócio activo! Muitos fazemos mais!!!

ONDE ESTAMOS / COMO NOS CONTACTAR
Edifício António Cândido da Encarnação – Vila Facaia, 2440-200 Batalha 
T. 916 557 497 – Email: apais.batalha@gmail.com 
Facebook: http://associacaoapais.batalha 
Blog: http://apaisbatalha.blogspot.pt 
Estamos também presentes na plataforma MOVA,

Junte-se a nós, colabore e fique a par dos nossos eventos!



9 de dezembro de 2016

DIA 11 D3EZEMBRO, DOMINGO, 15 H - FESTA NATAL A. PAIS BATALHA AGRUPAMENTO ESCOLAS BATALHA E MUNICÍPIO DA BATALHA

Agradecimento generalizado a todos os intervenientes, para que a Festa de Natal para os alunos do Agrupamento de Escolas da Batalha tivesse sido mais uma vez possível, com os apoios do Município e colaboração do Agrupamento

3 de dezembro de 2016

ENSINO PROFISSIONAL - ÉPOCA ESPECIAL DE EXAMES

Foto de Agrupamento de Escolas da Batalha.


Informa-se que as inscrições para a época especial de exames do Ensino Profissional podem ser realizadas nos próximos dias 5 e 6 de dezembro, nos Serviços de Administração Escolar. Os exames terão lugar entre os dias 16 e 21 de Dezembro.

CERIMÓNIA DE ENTREGA DE DIPLOMAS (ENSINO SECUNDÁRIO) E PRÉMIOS DE MÉRITO.

Dia 9 de Dezembro de 2016, 20:30 horas
Sala Polivalente da Escola Básica e Secundária da Batalha.




ÓRGÃOS DA NOVA ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES TOMARAM POSSE


O Director do Agrupamento deu posse, no passado dia 23 de Novembro, aos novos órgãos da Associação de Estudantes do Agrupamento de Escolas da Batalha. A Direcção será presidida pela aluna Maria Nunes Correia, do 12.º B. 
Votos de bom trabalho.

A Direcção da A. Pais da Batalha renova os votos aqui expressos e manifesta da mesma forma toda a colaboração à novel equipa ora empossada.

A. PAIS BATALHA ELEGE CORPOS SOCIAIS


A Associação de Pais reuniu-se no passado dia 18 de Novembro em Assembleia Geral, para eleição dos corpos sociais para o presente  ano lectivo, bem como apresentação de contas do ano transacto.
Apresentada uma única  lista, a mesma mereceu a aprovação da maioria dos presentes, assim como foram as contas aprovadas por unanimidade.

A Direcção cessante agradeceu toda a colaboração prestada pelos parceiros, Município e Agrupamento de Escolas, bem como demais entidades, tendo realçado o conjunto de iniciativas levadas a cabo e/ou participadas, em que a participação dos pais se torna cada vez mais primordial, seja através da colaboração com a A. Pais seja na vida escolar dos seus educandos.
O Director por sua vez, agradeceu à A. Pais toda a colaboração dedicada na  vida escolar, mostrando-se disponível em tudo o que esteja ao seu alcance, nesta partilha de responsabilidades a que a todos assiste. 
Ainda dentro da mesma reunião, a mesma foi aproveitada para serem prestados alguns esclarecimentos aos encarregado de educação, quer seja pelo Director quer seja pela Direcção  cessante.



18 de novembro de 2016

A ESCOLA DAS VONTADES

Novo Ano letivo se iniciou, mas as matérias são as mesmas, isto é, apesar dos conteúdos mudarem em razão da frequência de cada educando no seu grau de ensino, há uma coisa que nunca muda e nos une a todos, pais, professores e alunos, é a VONTADE. E é essa vontade que nos impulsiona para que tenhamos na escola o espaço de excelência de aprendizagens diversas, não só dos conteúdos formatados como também enquanto cidadãos e, para isso, todas as vontades devem convergir. Aos ALUNOS a predisposição para aprender e de singrar, aos PAIS o contributo indelegável no acompanhamento do percurso escolar e aos PROFESSORES e demais agentes educativos a disponibilidade e a capacidade de transmitir aos jovens estudantes o que deve ser elementar, não só dos tais conteúdos formatados como também de toda a experiência e o saber acumulado ao longo da vida. E isto só se faz com vontades, todas elas indissociáveis, mas que fazem um todo, para que no futuro tenhamos alunos bem sucedidos na sua formação e cidadãos ativos e responsáveis na nossa sociedade. Este elo de vontades não deverá ser quebrado, sob pena de estarmos a contribuir para o insucesso de um projeto educativo em que o estado, somos nós, investe e espera que o benefício seja o bem comum, revelado através do sucesso formativo ou académico.
Mas estas vontades não se encerram entre as 4 paredes de um qualquer estabelecimento escolar, há mais escola, diga-se vida, para além dos muros, e é ai que nos devemos, todos, também empenhar, porque os exemplos são bidirecionais, onde a responsabilidade da cidadania também se deve fazer sentir, para que não possamos arrogar de que estas escolhas não são nossas. São, porque a ausência de vontades também é uma responsabilidade de cada um para um todo, com maior ou menor contributo em razão das competências de cada um, todos devemos emprestar a nossa vontade, o nosso querer, que os nossos educandos sejam os jovens adultos do amanhã, para que um dia possamos dizer com orgulho aquele é o meu filho (a) / foi o meu aluno (a).

A. Pais Batalha, 
in Jornal O Alfabeto (AEB)