16 de maio de 2017
16 de abril de 2017
16 de março de 2017
A VOZ DOS PAIS - BALANÇO
No âmbito do Projeto A Voz dos Pais, que a Associação de
Pais tem levado a efeito, cumprido mais de metade do calendário de reuniões,
impõe-se fazer um breve balanço da forma como têm decorrido este espaçado que
se pretende dar Voz aos Pais, relativamente às questões mais prementes na educação
dos seus filhos. A par desta iniciativa está a ser efetuado um inquérito
alargado a todos os pais e/ou encarregados de educação, com diversas questões colocadas,
que a seu tempo serão tratadas e sistematizadas, cujo resultado dos mesmos será
dado a conhecer em momento oportuno.
Iniciada no Centro Escolar de S Mamede, de uma forma geral a
reunião tem tido uma participação aquém do esperado por parte dos pais, com realce
para a realizada na Rebolaria, Casais dos Ledos e agora, esta última em Reguengo
Fetal. No que concerne à Rebolaria e
Casais dos Ledos, as questões centrais incidiram na preocupação dos pais
relativamente a algumas questões de funcionamento e pequenas obras nas escolas,
nomeadamente ao nível dos recreios e a prática de educação física. Esta
participação, tendo por base as iniciativas anteriores, é reflexo da gestão da
rede escolar, na sua plenitude, estar centrada no Município da Batalha, em
articulação direta com o Agrupamento de Escolas, no âmbito do processo de Municipalização
que está em curso e que tem dado resposta imediata às solicitações diárias nos
diversos domínios, com maior acuidade a questão dos recursos humanos e pequenas
obras e/ou reparações.
Quanto à reunião agendada para o Reguengo do Fetal, envolvendo
a escola local e as da Torre, pelo fato de entretanto entrar em funcionamento o
Centro Escolar, foi por si mesmo a reunião mais concorrida e que mereceu maior expetativa
por parte dos pais, já que a este processo de transição, teria como
consequência o encerramento da escola e jardim de Infância da Torre, tendo sido
o tema central da reunião. Questionados pelos pais, o Município e o Agrupamento
elucidaram os presentes de que, estando previsto para o inicio do próximo ano
letivo a abertura do Centro Escolar do Reguengo do Fetal, no centro da
freguesia e paredes meias com o TREVO/IPSS, o mesmo só iria contemplar a oferta
pública do 1º Ciclo, com as duas turmas do Reguengo Fetal e uma da Torre, tendo
sido pedida a prorrogação para a manutenção, por mais um ano do Jardim de
Infância da Torre. Contudo, quer as três turmas do 1º Ciclo quer a autorização
da manutenção do Jardim Infância na Torre, poderão sofrer alterações, dada a
baixa frequência de alunos, mas ficou assente de que o Centro Escolar iria
apenas contemplar a oferta do 1º Ciclo do ensino básico, situação que suscitou alguma
controvérsia, já que apesar de investidos cerca de 1 milhão de euros, deixará a
freguesia do Reguengo do Fetal sem oferta pública de educação pré-escolar, já
que a IPSS / TREVO possuindo o mesmo tipo de oferta, tem custos de frequência
nalguma situações mais dispendiosas.
Quer o Município quer o Agrupamento Escolas, nas pessoas do
Vice Presidente e Diretor, assim como o Presidente da Junta Freguesia, reafirmaram
que neste processo o Ministério da Educação terá a decisão final, face ao
quadro de frequência de alunos expetável para o ano letivo 2017/2018, cuja manutenção
do Jardim de Infância na Torre e de duas ou três turmas do 1º Ciclo no novo
Centro Escolar, estará sempre condicionado à frequência efetiva das crianças,
tendo sido efetuado um apelo aos pais presentes que estimulem os demais a
inscrevem os seus filhos no ensino público no Reguengo do Fetal de forma a
evitar os constrangimentos aqui elencados.
11 de março de 2017
A VOZ DOS PAIS dia 11.05.2017 19h Faniqueira
ATIVIDADES PARA ANO LETIVO 2016/2017
Participação no projecto “A voz dos Pais”, em parceria com o Município e o Agrupamento de Escolas, prevê-se a deslocação a todas as escolas do 1.º ciclo do AEB, no sentido de reunir com os pais e encarregados de educação e perceber as suas preocupações.
16/02/2017 (18h:00m)
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23/02/2017
(19h:00m)
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09/03/2017
(19h:00m)
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23/03/2017
(19h:00m)
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06/04/2017
(19h:00m)
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20/04/2017
(19h:00m)
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11/05/2017
(19h:00m)
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25/05/2017
(19h:00m)
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08/06/2017
(19h:00m)
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Centro Escolar de S. Mamede | JI e EB1 da Quinta do Sobrado | Centro Escolar da Batalha e Escola sede 1.º CEB | JI e EB1 da Rebolaria | JI e EB1 de Casais dos Ledos | JI da Torre e EB1 da Torre e Reguengo do Fetal | JI e EB1
da Faniqueira
| JI e EB1
da Golpilheira
| EB1
das
Brancas
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15 de fevereiro de 2017
12 de fevereiro de 2017
Ministério quer dar mais espaço aos alunos na sala de aula e fora dela
CLARA VIANA 11 de Fevereiro de 2017, in PUBLICO
Não aos monólogos, sim à interacção! Esta será, em resumo, uma das consequências práticas em sala de aula que o Ministério da Educação (ME) espera alcançar com o novo perfil de competências de alunos, que se prepara para adoptar, segundo apontou o jurista Guilherme d’Oliveira Martins.
O também ex-ministro da Educação do PS, entre 1999 e 2000, presidiu ao grupo de trabalho a quem o ME encarregou de definir quais as competências que os alunos devem ter no final de escolaridade obrigatória até aos 18 anos. O documento foi apresentado neste sábado.
“A assumpção de princípios, valores e competências-chave para o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória implica alterações de práticas pedagógicas e didácticas”, afirma-se no documento, que irá agora para consulta pública. E estas alterações, defende-se, passam em muito por recentrar o lugar do aluno na aprendizagem.
Por exemplo, criando na escola “espaços e tempos para que os alunos intervenham livre e responsavelmente” e também promovendo, “de forma sistemática, na sala de aula e fora dela, actividades que permitam ao aluno fazer escolhas, confrontar pontos de vista, resolver problemas e tomar decisões com base em valores”. Os professores, acrescenta-se, também deverão “abordar os conteúdos de cada área de saber associando-os a situações e problemas presentes no quotidiano da vida do aluno ou presentes no meio sociocultural em que insere”.
8 de fevereiro de 2017
IX ª edição do Concurso O Fio da Memória o Conto

Decorre de 01 de fevereiro a 14 de abril mais uma edição do concurso literário "O Fio da Memória - O Conto".
A iniciativa visa estimular junto dos jovens o gosto pela leitura e pela escrita, premiando também trabalhos de ilustração, associados ao género literário do conto.
Consulte o Regulamento e Ficha de inscrição no endereço: http://www.cm-batalha.pt/
A (NÃO) REUTILIZAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES

Neste inicio de ano está na ordem do dia novamente a problemática de reutilização dos manuais escolares, um tema recorrente e que tem suscitado alguma polémica com argumentos parte a parte das barricadas.
A questão da reutilização dos manuais escolares é uma questão que transcende os apoios no âmbito da acção social, é uma questão antes de mais de cidadania, de responsabilidade daquilo que é a utilização de dinheiros públicos, sim, porque os custos ainda que suportados pelas famílias, num contexto de crise económica que atravessamos, é suportado pelo erário público, logo somos todos a contribuir para que este estado de graça se perpetue, em nome de uma necessidade inexistente, actualização dos manuais para além do que está estipulado legalmente, assim como está prevista a reutilização desde 2006, com alterações não substantivas que o justifiquem. Mais, a coberto destas actualizações deita-se para o lixo, literalmente, quantidades de manuais que poderiam não sendo reutilizados, ter outro destino, de quem precisa de aprender e não possui forma de os obter. Falo dos PALOP’s, onde a língua portuguesa deveria ser objecto de um maior cuidado na sua defesa, em detrimento de outros países, sob pena de perda da nossa identidade no seio da CPLP, porque é disso que se trata.
Não venham com a cantilena de que
a reutilização se destina unicamente aos beneficiários da acção social, é
perniciosa para os demais, fomenta a não aprendizagem, entre uma série de
alarvidades argumentativas, inclusive jurídicas, porque para além da componente
económica, pedagógica e ambiental, é uma questão de bom senso e se outros
países com maior capacidade económica o fazem, porque não enveredaremos por
esse caminho?
Em Portugal há muita gente que o faz, reutiliza no seu núcleo
familiar, mas porque raio não serão os Municípios e os Agrupamentos de Escolas
a fazê-lo, criando e fomentando a constituição de bancos de livros passiveis de
serem reutilizados, envolvendo as Associações de Estudantes, responsabilizando
e criando hábitos de poupança para o erário público, porque só assim se
transmitem valores elementares de que, onde se gastará a mais sobrará a menos
para o que será essencial. Porque não o fomento de uma bolsa de voluntários no
seio da A. Estudantes, para que esta dinâmica de participação possa acontecer,
ou mesmo criando a figura de apadrinhamento de alunos com maiores dificuldades,
premiando-os à margem dos méritos escolares e ranking assoberbados, porque
também estamos a falar de civilidade, de solidariedade, num tempo que deixamos
todos de ter vizinhos, reais, passando-os a virtuais.
Há, reconheça-se, muitos
interesses instalados que obstam à reutilização, incluindo de um
constitucionalista reputado e encomendado, mas os argumentos esfarrapados já
não colhem, o acesso à informação tem destas coisas, promove o esclarecimento,
como recentemente as reportagens da TV's o fizeram, a evidência das imagens não
nos confunde, os argumentos analisam-se quanto à origem de quem os profere, por
isso urge que o Ministério da Educação legisle em prol da poupança que é
necessária fazer, instituindo manuais passíveis de serem reutilizados, porque a
reafectação de dinheiros públicos em prol de causas essenciais, em beneficio
dos que mais precisam poderá ser muito mais
importante dos que os argumentos falaciosos utilizados, porque na generalidade
dos países na Europa essa prática está instituída, onde o sentimento de
partilha e do saber se fazem sentir a par de uma maior responsabilização de
quem recebe e depois tem a obrigação de
o devolver, sem que a reutilização seja tida como associada à pobreza, isso
sim, o arauto da discriminação.
A. PAIS da BATALHA, in Jornal o
Alfabeto / AEB
15 de janeiro de 2017
MENSAGEM DA DIRECÇÃO DA A.PAIS
«Contribuir de forma positiva e activa, para o
desenvolvimento de estratégias que melhorem as condições de todos os educandos,
representar os interesses destes, através do Pais e encarregados de educação,
em todas as matérias que digam respeito à Escola, num espírito de cooperação
com os seus órgãos de gestão» A Associação de Pais e Encarregados de Educação
do Agrupamento de Escolas da Batalha, pretende ser o interlocutor entre os Pais
e Encarregados de Educação, ou até os alunos, e todo e qualquer indivíduo ou
entidade que esteja directa ou indirectamente ligado à escola. Temos tradição de
boas práticas, pois entendemos que a cooperação com toda a comunidade educativa
é fundamental para que a Escola seja o local onde os nossos filhos gostem de
aprender e brincar. Será com serenidade, bom senso e colaboração que iremos
marcar as nossas posições, as nossas opiniões e as nossas reflexões
contribuindo para uma Escola mais digna, mais dialogante, mais aberta.
QUE FIZEMOS…
No
ano lectivo findo a Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento
de Escolas da Batalha, participou, enquanto parceira em diversas actividades
promovidas pelo Município da Batalha, e pelo Agrupamento de Escolas da Batalha,
bem como por iniciativa própria, designadamente, • Participação no Sarau
Desportivo; • Ofertas de T-shirts aos 65 alunos do 1º ciclo, no âmbito dos
Prémios de Mérito; • Organização da Festa de Natal do Agrupamento de Escolas em
parceria com o Município e o Agrupamento de Escolas; • Tertúlia Literária com a
presença da Drª Maria de Lurdes Monteiro, para a promoção do sucesso escolar,
que envolvia a divulgação do livro da oradora/autora com o título “Subir as
notas mas como?” realizada no dia 27 de Novembro de 2015; • Participação no
jornal “Alfabeto”; • Participação no Festival das Sopas, organizado pela Junta
de Freguesia da Batalha; • Parceria com o Município no colóquio “Jovens em
conflito com a Lei – Que colo?”, que teve como orador o Dr. Paulo Guerra; •
Organização em parceria com o Município da Batalha e o Agrupamento de Escolas
da Batalha do Colóquio subordinado ao tema “A Escola, a Família e a
Comunidade”, realizado no dia 27 de maio de 2016, que teve como orador o DR.
Álvaro Laborinho Lúcio.
AMBIÇÕES PARA
2016/2017!
Apelar e motivar a
uma maior participação dos pais e encarregados de educação nas actividades da
Associação Ampliar as vias de comunicação entre a APAIS e os pais e
encarregados de educação, por forma a esclarecer dúvidas, encaminhar questões e
eventual resolução de problemas; • Reformulação da base de dados da APAIS, com
a inclusão dos novos associados; • Promover a associação junto dos pais e
encarregados de educação cujos educandos iniciaram o seu percurso escolar; •
Cooperar activamente com os diversos intervenientes da comunidade escolar; •
Intervir proactivamente nos diversos órgãos onde temos assento; • Colaborar
activamente nas diversas actividades promovidas quer pela Câmara Municipal da
Batalha, quer pelo Agrupamento de Escolas, sempre que solicitado;
A Associação de Pais e Encarregados de Educação do
Agrupamento de Escolas da Batalha, é composta por pais e encarregados de
educação dos diversos ciclos de ensino e secundário, e das diversas freguesias
que compõem o Concelho da Batalha. A APAIS necessita da participação cívica de
todos os pais e encarregados de educação, para se constituir como espaço
privilegiado do desenvolvimento de competências de cidadania, solidariedade e
defesa dos interesses dos alunos, e dos pais e encarregados de educação do
Agrupamento de Escolas da Batalha. Esteja atento à APAIS, seja um sócio activo!
Muitos fazemos mais!!!
ONDE ESTAMOS / COMO NOS CONTACTAR
Edifício António Cândido da Encarnação – Vila Facaia,
2440-200 Batalha
T. 916 557 497 – Email: apais.batalha@gmail.com
Facebook: http://associacaoapais.batalha
Blog: http://apaisbatalha.blogspot.pt
Estamos também presentes na plataforma MOVA,
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Junte-se a nós, colabore e fique a par dos
nossos eventos!
9 de dezembro de 2016
DIA 11 D3EZEMBRO, DOMINGO, 15 H - FESTA NATAL A. PAIS BATALHA AGRUPAMENTO ESCOLAS BATALHA E MUNICÍPIO DA BATALHA
Agradecimento generalizado a todos os intervenientes, para que a Festa de Natal para os alunos do Agrupamento de Escolas da Batalha tivesse sido mais uma vez possível, com os apoios do Município e colaboração do Agrupamento.
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